sexta-feira, 19 de março de 2010

Umas ocasiões

Segunda-feira foi aniversário do Fred. A semana foi tão corrida que não deu pra deixar qualquer registro sobre essa data tão especial!

Parabéns, Fred! 4 anos repletos de ocasiões.

E são as ocasiões que preenchem o nosso vazio.

As minhas palavras são escassas, mas a gratidão não.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Uns versos aí

Ela tem braços para te abraçar.

Tem pernas para correr atrás de ti.

Tem boca para te beijar.

Tem nariz para te cheirar.

Tem olhos para te ver melhor.

Tem ouvidos para te escutar bem.

Só não tem coração para te amar.

E assim caminhou. Pela vida.

Preencheu o vazio. Só e bem acompanhada.

E nunca mais tornou a pensar nisso.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Foi

Quando estava chegando a hora de se despedir do mar, pensou que esta provavelmente seria a última vez que o visse. Foram menos de sessenta segundos de contemplação. Não queria fazer sua despedida naquele momento. Pensava que muitos carnavais ainda viriam e que o mar, essa imensidão azul, verde, ou de outra cor qualquer, ainda poderia ser seu companheiro por mais uma vez.
Mas, ele sabia que o fim era próximo. Deu as costas e andou calmamente sem olhar para trás. Quando achava que o fim já teria ocorrido, arranjou uma desculpa e tornou ao mesmo ponto em que havia fitado aquelas águas marinhas. Olhou novamente e dessa vez para celebrar sua despedida.
Rápido e indolor. A areia resvalava seus pés e seus olhos não se dirigiram mais para o ponto representativo.
Assim foi, assim é, assim será. Cabe apenas a ele decidir o que fará. Ninguém pode fazer nada. Só ele. Ele.

domingo, 5 de outubro de 2008

Evolução

"Eu não quero mais. Não quero mais. Não quero. Não."
E foi assim que tudo começou na minha vida.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Com a cabeça fora d'água...por alguns segundos!

Levem-me para o ano 2000, por favor! Época em que eu não tinha compromissos, responsabilidade.

E eu ainda acreditava que tudo seria fácil. Mas não é.


Música representativa do post e da época: Lady - Modjo

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Nonsense

- Watch out! It's burning right now!


- Ok. I'll try to do it better next time.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Fragmentos de um cotidiano qualquer

12 horas e 25 minutos. Avenida Paulista. Ônibus - Parque do Engenho - Metrô Paraíso. Uma mulher desmaia dentro do ônibus lotado. Crianças e idosos se apertavam no veículo coletivo. Comoção geral e falas alteradas pedem para que todos dêem espaço para a moça. Era uma convulsão que causou um desequílibrio no ambiente, mas que logo foi restabelecido quando a moça acordou e se mostrou perdida no fato inesperado que acabara de ocorrer.


20 horas e 30 minutos. Avenida Paulista. Esquina da Rua Haddock Lobo. O semáforo para pedestres estava prestes a fechar. Um senhor de aproximadamente 60 anos aperta o passo para conseguir atravessar a rua. A pressa revela ser um inimigo quase mortal. O senhor, em sua afobação, tropeça no meio da rua. Estava sozinho. O semáforo abre e um motorista de táxi que tinha acabado de receber um cliente em seu veículo, estacionado na faixa da direita, sai com o carro sem notar que o homem tnha acabado de tropeçar no meio da rua. Gritos ecoam pelo espaço e o motorista consegue parar quase sobre o corpo do senhor. Os corações de todos gelam. Por poucos centímetros e a tragédia estaria consumada. Todos respiram aliviados no momento em que o senhor levanta e apenas apresenta machucados causados pela queda no solo.


20 horas e 50 minutos. Cruzamento da Avenida Rebouças com a Rua Henrique Schaumann. Um carro decide parar por alguns segundos para deixar a passageira que deveria descer naquele local. A manobra não foi sinalizada pelo motorista. Os carros que vinham atrás conseguem frear em fração de segundos. Ouve-se o barulho das rodas que se travam e conseguem evitar o acidente. Em seguida, são proferidos xingamentos e gritos pelos motoristas, mas ninguém saiu ferido.


E esse foram alguns acontecimentos bizarros do meu dia. Fatos do cotidiano que poderiam ser estampados em jornais, mas que, por mínimos detalhes, a ação humana consegue evitar a concretização de um evento trágico. Registros de um cotidiano qualquer. Um cotidiano no qual tanta coisa acontece e que, por muitas vezes, acaba passando despercebido.